
Professor, jornalista, teatrólogo e Poeta. Pertenceu a Escola Literária Simbolista e faz parte da Academia de Letras Matogrossense, cadeira 16, e Sul-Matogrossense, cadeira 36.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
INCLUSÃO LITERÁRIA

O projeto Inclusão Literária não irá desacelerar e para começar 2016 com pé direito, vamos sacudir as cinzas e todos os males do incêndio para lançar a 1° fase da campanha Juntos por Inclusão.
1° FASE: Tem como objetivo reconstruir o acervo do projeto. Desta maneira, doações de materiais de construção, móveis, estantes ou qualquer valor em deposito bancário são muito bem-vindas.
CONTA PARA DEPOSITO
Banco do Brasil, agência: 1216-5,
conta corrente: 19841-2.
FALE CONOSCO
Whats: (65) 8135-1176 | 9287-2937.
Email: imprensaderua@gmail.com
OBS:. Na 2° fase receberemos doações de livros, mas como ainda não temos um espaço adequado para guardar os mesmos, solicitamos aos doadores para que reservem (as valiosas obras ♥) ou que direcionem ao Museu do Estado de Mato Grosso até que nosso espaço esteja pronto para acomoda-las.
1° FASE: Tem como objetivo reconstruir o acervo do projeto. Desta maneira, doações de materiais de construção, móveis, estantes ou qualquer valor em deposito bancário são muito bem-vindas.
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Banco do Brasil, agência: 1216-5,
conta corrente: 19841-2.
FALE CONOSCO
Whats: (65) 8135-1176 | 9287-2937.
Email: imprensaderua@gmail.com
OBS:. Na 2° fase receberemos doações de livros, mas como ainda não temos um espaço adequado para guardar os mesmos, solicitamos aos doadores para que reservem (as valiosas obras ♥) ou que direcionem ao Museu do Estado de Mato Grosso até que nosso espaço esteja pronto para acomoda-las.
https://www.facebook.com/inclusaoliteraria/?fref=photo

http://inclusao.blogspot.com.br/p/projeto.html

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domingo, 17 de janeiro de 2016
Um pouco da vida de Franklin Cassiano da Silva
BIOGRAFIA - Franklin Cassiano da Silva
B I O G R A F I A
![]() |
| FRANKLIN CASSIANO DA SILVA |
Franklin Cassiano da Silva -Nasceu na cidade de Corumbá – MT, a 1º de maio de 1891, filho de Luiz Cassiano da Silva e Ana Luiza da Conceição Bastos.
Fez os estudos primários e secundários em Cuiabá. Estudante de Direito (não tendo se formado, por ter sido fechada a Faculdade de Direito no Estado).
Professor, jornalista e poeta.
Professor de Português na Escola Normal Pedro Celestino e catedrático de Psicologia e Pedagogia da mesma escola.
Diretor Geral da Instrução Pública do Estado, por duas vezes.
Membro do Conselho Superior da Instrução Pública e Presidente do mesmo Conselho.
Pertenceu à Academia Matogrossense de Letras, onde ocupava a cadeira 16, patrocinada pelo jornalista Antônio Augusto Ramiro de Carvalho.
Pertenceu à Academia Sul Matrogrossense de Letras, onde ocupava a cadeira 36.
Escreveu em: A imprensa, O Democrata, O Mato-grosso, A Liça, O Reverbero, O Correio do Estado, Revista da Academia de Letras, A Violeta e o Estado de Mato Grosso.
Dirigiu com Peri Alves de Campos a Revista da Civilização.
Foi membro do Instituto Histórico de Mato Grosso e associado do Grêmio Alvares.
Escreveu várias peças teatrais.
Com a imortal professora Zulmira Canavarros, fez as letras de muitas músicas, destacando-se a do Mixto Esporte Clube e Mé coado. Teve, também, a colaboração de outros amigos como Simaringo.
Publicou muitos versos esparsos. Sua poesia é espontânea e possui um misto de romantismo e simbolismo.
Usava os pseudônimos de: Amilcar Santos, Aluízo Dinarte e Herodes de Souza.
Faleceu em 09 de junho de 1940, na cidade de Cuiabá-MT.
OBRAS PUBLICADAS:
Subsídios para o Estudo de Dialetologia em Mato Grosso; Filologia – 1921; Calhao e Filho; Patrício Manso – ensio histório; Ramiro de Carvalho – estudo literário; Terra de Berço e etc.
REVELAÇÃO (1913)
Embora novo o nosso amor querida,
Nascido a pouco e pequenino ainda;
Já no meu peito uma paixão infinda,
Ardente lavra a crepitar garrida!...
Doida a minh'alma canta entontecida,
A contemplar a tua face linda!...
E tu ansiosa a confussão benvida,
Como és louca meu anjo em esperar,
Que estes meus lábios venham pronunciar,
O que seus olhos dizem com ardor!...
Nunca a palavra diz com tal fervor...
Porque se o amor já nasce de um olhar,
Só ele basta p'ra dizer melhor!...
CPF DA CULTURA, aguardando a sanção do Governador.
ÁVIO FERREIRA: A Secretaria de Estado de Cultura empreendeu ao longo de 2015 um amplo debate sobre revisão de um conjunto de leis que se constitui no marco legal do setor. É o chamado “CPF da Cultura” que foi enviado pelo Governo do Estado para a Assembleia Legislativa e esta semana recebeu a aprovação dos deputados estaduais, seguindo agora para a sanção do governador. É uma grande conquista que deve ser comemorada por todos nós que lutamos tanto e vivenciamos as dores e os sabores da lida diária da nossa arte
Por Enock Cavalcanti em Antes Arte do Nunca - 17/01/2016 9:34
Breve reflexão sobre política cultural
FLÁVIO FERREIRA
Especial para o DC Ilustrado – DIÁRIO DE CUIABÁ
Especial para o DC Ilustrado – DIÁRIO DE CUIABÁ
O dramaturgo Albert Camus nos traz que “sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro”. Fazemos parte de uma geração em que, por vivermos geograficamente isolados, a cultura era tratada com desdém. Os governantes sequer a reconheciam. Nos anos de 1.980 saíamos de uma ditadura, onde a censura determinava o que era ou não “recomendável”, e iniciávamos um período de busca de nossa identidade, violada pela extrema direita.
Dos anos 80 pra cá, tivemos alguns avanços e recuos, dentre eles a criação do Fórum de Cultura, espaço de discussão sobre a nossa arte e cultura no qual tivemos o privilégio de conviver com militantes como Luis Carlos Ribeiro, Zuleika Arruda, Dunga Rodrigues, Amaury Tangará, Agostinho Bizinoto, J. Astrevo, Lioniê Vitório, Lourivaldo Rodrigues, Carlão dos Bonecos, Paulo Fábio, Ivan Belém, Liu Arruda, Gilberto Nasser, Aline Figueiredo, Carlinhos Ferreira, entre outros tantos que lutaram pelo fortalecimento e valorização da nossa cultura.
Tivemos a criação da Lei “Hermes de Abreu” nos anos 90 e o seu “engavetamento” pelo governador da época, restaurada no mandato seguinte quando participamos da sua regulamentação. Após veio o Fundo Estadual e os primeiros projetos aprovados pelo Conselho. Porém, sempre tivemos dificuldades na aprovação pela ausência de políticas públicas sérias em favor da cultura, até mesmo contrariando a Constituição Federal de 1.988, que determina em seu Artigo 215: “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”.
Depois de tantos altos e baixos, chegamos a um período raro de ações estruturantes que marcarão esta e as futuras gerações. A Secretaria de Estado de Cultura, num enorme esforço, superando suas limitações de toda a ordem, empreendeu ao longo de 2015 um amplo debate público sobre revisão de um conjunto de leis que se constitui o marco legal do setor. É o chamado “CPF da Cultura” que inclui a revisão das leis do Conselho Estadual, do Fundo de Fomento e as novas leis do Sistema e do Plano, este último, uma importante ferramenta de gestão com o planejamento detalhado para os próximos dez anos.
Este conjunto de leis foi enviado pelo Governo do Estado para a Assembléia Legislativa no final do ano passado e esta semana recebeu a aprovação dos deputados estaduais, seguindo agora para a sanção do Governador. É uma grande conquista que deve ser comemorada por todos nós que lutamos tanto e vivenciamos as dores e os sabores da lida diária da nossa arte.
Deste conjunto de leis, destacamos a vinculação da receita tributária liquida de 0,5% (meio por cento) a favor da Cultura que representa deixarmos de viver como “pedintes”. Representa investimentos reais no aparelhamento de bibliotecas, museus, teatros, e outros equipamentos culturais, em Cuiabá e no interior; representa a destinação mais justa em favor da capacitação, fomento e circulação de espetáculos; representa o fortalecimento dos editais e prêmios; representa a real possibilidade de um planejamento sério e sustentável; representa, enfim, respeito ao povo que paga tributos e tem direito constitucional à Cultura!
Destacamos, ainda, o entendimento do Conselho de Cultura de atuar como uma instância representativa e legítima de reflexão e criação de políticas culturais, a partir das demandas da realidade de todos os setores artísticos/culturais e regiões do Estado. Finalmente a transparência para a tramitação dos projetos propostos pela sociedade através da análise idônea das câmaras compostas por profissionais de notório saber. Enfim, temos que continuar a discussão sobre o que queremos, com base em nossos saberes e também em reconhecermos nossas limitações, capacitarmo-nos mais para podermos acompanhar as mudanças que a dinâmica da vida exige, melhorando nossos produtos.
A nova legislação aprovada conseguiu enxergar o que nós, militantes culturais, temos lutado tanto para mostrar que, muito além da riqueza do agronegócio, historicamente, nosso Estado é riquíssimo em demandas culturais e os artistas finalmente foram ouvidos.
Por hora, nós, que buscamos aplausos, temos que aplaudir o trabalho da equipe da Secretaria de Estado de Cultura, na pessoa do secretário Leandro Carvalho, pelo trabalho árduo e sério que resultou na aprovação das leis pela Assembléia. Parabéns, também, aos deputados estaduais que foram sensíveis e inteligentes ao perceber a importância deste pleito, e finalmente ao governador Pedro Taques em abrir espaço para o avanço deste importante setor da sociedade mato-grossense.
Comemoremos, sob os acordes de “Comida” dos Titãs!
FLÁVIO FERREIRA é diretor de teatro em Cuiabá
http://paginadoenock.com.br/flavio-ferreira-a-secretaria-de-estado-de-cultura-num-enorme-esforco-superando-suas-limitacoes-de-toda-a-ordem-empreendeu-ao-longo-de-2015-um-amplo-debate-publico-sobre-revisao-de-um-conjunto-de-l/comment-page-1/#comment-254815
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Cadeiras da Academia de Letras e as cadeiras do marceneiro.
BOM DIA GENTE INTELIGENTE DO MEU BLOG
Hoje tenho uma piada para todos.
Em uma conversa com amigos, disse que meu bisavô tem 2 cadeiras na Academia de Letras de MT e MS.
Não sei como, o marceneiros da frente de casa, com pena de mim e do meu bisavô, resolveu colocar um monte de cadeiras para serem adquiridas por mim e por ele, meu bisavô.
Bom gente, eu estou RINDO ATÉ AGORA ... e meu BISAVÔ IMORTAL DA ACADEMIA DE LETRAS, levantou da tumba... ah ah ah, está rindo também.... ah ah ah ... todos os membros da Academia também... ah ah ah ...
Hoje tenho uma piada para todos.
Em uma conversa com amigos, disse que meu bisavô tem 2 cadeiras na Academia de Letras de MT e MS.
Não sei como, o marceneiros da frente de casa, com pena de mim e do meu bisavô, resolveu colocar um monte de cadeiras para serem adquiridas por mim e por ele, meu bisavô.
Bom gente, eu estou RINDO ATÉ AGORA ... e meu BISAVÔ IMORTAL DA ACADEMIA DE LETRAS, levantou da tumba... ah ah ah, está rindo também.... ah ah ah ... todos os membros da Academia também... ah ah ah ...
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
História de D. João VI, na época do Império.
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| Facebook de Identidade Imperial |
DOM JOÃO VI EM AÇÃO.
Passando um dia pela Rua dos Ourives, D. João VI ouviu gritos lancinantes que partiam de uma loja. Fez parar a carruagem e chamou dois negros que trabalhavam, ordenando-lhes que chamassem o dono da casa. Momentos depois este vinha ao encontro de Sua Majestade, quebrado em dois, numa eloquente atitude de submissão.
— De onde vêm esses gritos? – perguntou D. João.
— É uma de minhas escravas, a quem estou fazendo chicotear.
— Que fez ela?
— Ela me roubou açúcar.
— Quantas chicotadas ela deve receber?
— Cento e cinqüenta.
— Quantas já recebeu?
— Oitenta e duas.
— Eu te peço o perdão pelo resto.
— Obedecerei a Vossa Majestade.
— Eu te agradeço – disse D. João, fazendo um gesto ao cocheiro para que pusesse a carruagem em movimento.
Não estava ainda o Rei longe, quando novamente ouviu os gritos da preta. Fez voltar o carro, chamou o impiedoso senhor e, como punição, libertou a escrava.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Livros Digitais para leituras gratuita
Alguns sites disponibilizam grandes acervos de livros e outros documentos para download gratuito na internet. Acesse os seguintes links e aproveite!
1. http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal
2. http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes.html
3. http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do
4. http://www.wdl.org/pt/
5. http://www2.senado.gov.br/bdsf/
6. http://noticias.universia.com.br/tag/livros-gr%C3%A1tis/
1. http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal
2. http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes.html
3. http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do
4. http://www.wdl.org/pt/
5. http://www2.senado.gov.br/bdsf/
6. http://noticias.universia.com.br/tag/livros-gr%C3%A1tis/
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
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